Le grand bleu

Além rio está outra luz que não esta, uma que mais brilha
Sei-a guardada entre as estevas livres dos montes
Essas que são pasto das ovelhas que deambulam na serra
Quisera eu ser transumante como elas, para a sentir na pele
E com os seus raios me dourasse os poros, tão abertos para a ler
Ouço-a a caminhar de pés nus na areia próxima
Dedilhando os finos cristais, que a acolhem felizes, nutridos
Ao lado, a água chama-a, carente e cristalina, desejando o seu toque
Em sussurros de conchas em coro ouve-se um suspiro que a intima
“Vem, tu que és sereia, aninha-te no seio deste mar imenso, teu
Deixa que os golfinhos te coroem sua rainha”
E ela foi, serena, de olhos vestidos de sol
Pelo grande azul a dentro, dancing till the end of love

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